Para ser sincero, o que me
interessa mesmo – no limiar de minha maturidade – é a prática da psicoterapia.
Isto porque eu não vejo – apesar de todas as dificuldades envolvidas no
processo psicoterápico – outra senda, que possa possibilitar um possível futuro
saudável para humanidade.
Esta série de postagens – sem ser técnica ou
teórica em demasia – pretende justificar o dito no parágrafo anterior e
convencer ao leitor de que a referida sentença não é alarmista.
Na verdade, ela é bastante
razoável.
Quando exponho ideias como as ditas
até aqui, a primeira objeção que ouço é que a “psicoterapia é cara”.
Isto é uma falácia.
Eu não estou propondo que todo mundo
faça psicoterapia. Minha ideia é que, simplesmente, mais pessoas façam psicoterapia
e que a psicoterapia não seja vista como coisa de louco – não fazer psicoterapia, nos dias de hoje, é que é loucura!
O fato é que a massa crítica
capaz de tornar o mundo mais saudável tem condições financeiras de fazê-la. Não
o faz por medo. Medo da Vida, como diria Lowen.
A outra objeção é que existem
outras prioridades. Outra falácia. Fazer psicoterapia é urgente para a sanidade
social. E sem sanidade social, aprofundaremos celeremente o caos já constituído.
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