
A Psicoterapia Humanista, em suas diversas vertentes, é parcial porque não reconhece - ou não valoriza, como também o faz a Psicanálise e a Psicoterapia Cognitivo-Comportamental - as verdades, das outras Abordagens, em especial das mais abrangentes do que ela mesma.
Quando proponho uma Psicoterapia Humanista Integral tenho como objetivo o saneamento dessa parcialidade. Ou, pelo menos, que se considere a possibilidade de se fundamentar uma prática psicoterapêutica humanista numa Teoria Sistêmica Integral, como proposta por Ken Wilber.
Por outro lado, alguns teóricos e psicólogos proporam - sem sucesso - uma Psicoterapia Integral. Tal idéia foi fortemente rechaçada, dentre outros, por Stanislav Grof. Alegou Grof que se o psicoterapeuta segue à risca o Espectro da Consciência de Wilber, por exemplo, teria que ser um gênio especialista em 5 ou 6 modalidades de psicoterapia ou então o confuso cliente teria que mudar de psicoterapeuta a cada fulcro.
Diante da parcialida da Psicoterapia Humanista e da inviabilidade da Psicoterapia Integral, proponho uma Psicoterapia Humanista Integral, abrangente e viável.
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